Sexta-feira, Julho 03, 2009
Terça-feira, Abril 14, 2009
http://nuno-ontheroad.blogspot.com/

Para os mais atentos a estas aventuras do BTT, ou neste caso mais concreto ao cicloturismo (turismo em bicicleta), sabe certamente que existe um Português de seu nome Nuno, natural de Leiria que resolveu atravessar todo o continente Americano de bicicleta.

Segui religiosamente os cerca de 42.000 km da sua travessia em 3 anos pelo continente americano, e quando soube que ele iria fazer uma tertúlia em Leiria para contar as suas aventuras e passar algumas das suas inumeras fotos em Leiria, nem pensei duas vezes, e pus-me a caminho de Leiria.
Só quem já fez algo semi-comparável é que pode perceber o gozo que uma coisa destas dá. Todos os outros são levados a pensar que estes gajos são malucos e não sabem o que fazer da vida, mas a verdade é que é impagável a sensação de andares a viajar dependendo apenas de ti, conhecendo locais e pessoas que de outra maneira nunca irias conseguir conhecer, é priceless.
Foi como um miúdo a olhar para um gelado que assisti às fotos e escutei algumas das aventuras que o Nuno fez o favor de partilhar conosco. Por breves instantes eu também estive nesta travessia. Vi a sua bicicleta, a sua tenda, o seu fogão. Por um momento também eu atravessei o continente americano.

Como esperava o Nuno é um gajo normalissimo, igual todos nós, mas com objectivos de vida diferentes dos comuns mortais que vivem para pagar a renda de casa e comprar playstations para os seus filhos mimados. Ele prefere viajar. Bolas e se ele viaja. Quem me dera ter feito metade das viagens que ele já fez. Inveja mesmo (mas da boa), quem sabe um dia ganho coragem e parto em busca dessa sensação de liberdade, dessa felicidade... Para já terei que me contentar este ano com o Caminho Françês de Santiago :D
Engraçado nesta coisa foi ter encontrado o companheiro de algumas aventuras Nelson, que basicamente tirou um ano de celibato, deixando o trabalho para trás e anda a atravessar Portugal de bicicleta. Sei que parece loucura o que ele fez, mas eu já tive (muita) vontade de fazer o que ele fez, e por isso não posso também deixar de sentir admiração pelo seu gesto, que lá está, é basicamente incompreendido pela maioria das pessoas. É complicado explicar, mas uma vez que o bichinho entra, muito dificilmente irá sair... Votos de boa travessia para ti Nelson!
Para acabar, quero aqui mais uma vez agradecer ao Nuno, por ter partilhado um pouquinho connosco esta sua aventura, e por me ter mostrado, que em algum momento da nossa vida, "Um dia é preciso parar de sonhar e, de algum modo, partir"... My time will come!!!
DS
Segui religiosamente os cerca de 42.000 km da sua travessia em 3 anos pelo continente americano, e quando soube que ele iria fazer uma tertúlia em Leiria para contar as suas aventuras e passar algumas das suas inumeras fotos em Leiria, nem pensei duas vezes, e pus-me a caminho de Leiria.
Só quem já fez algo semi-comparável é que pode perceber o gozo que uma coisa destas dá. Todos os outros são levados a pensar que estes gajos são malucos e não sabem o que fazer da vida, mas a verdade é que é impagável a sensação de andares a viajar dependendo apenas de ti, conhecendo locais e pessoas que de outra maneira nunca irias conseguir conhecer, é priceless.
Foi como um miúdo a olhar para um gelado que assisti às fotos e escutei algumas das aventuras que o Nuno fez o favor de partilhar conosco. Por breves instantes eu também estive nesta travessia. Vi a sua bicicleta, a sua tenda, o seu fogão. Por um momento também eu atravessei o continente americano.
Como esperava o Nuno é um gajo normalissimo, igual todos nós, mas com objectivos de vida diferentes dos comuns mortais que vivem para pagar a renda de casa e comprar playstations para os seus filhos mimados. Ele prefere viajar. Bolas e se ele viaja. Quem me dera ter feito metade das viagens que ele já fez. Inveja mesmo (mas da boa), quem sabe um dia ganho coragem e parto em busca dessa sensação de liberdade, dessa felicidade... Para já terei que me contentar este ano com o Caminho Françês de Santiago :D
Engraçado nesta coisa foi ter encontrado o companheiro de algumas aventuras Nelson, que basicamente tirou um ano de celibato, deixando o trabalho para trás e anda a atravessar Portugal de bicicleta. Sei que parece loucura o que ele fez, mas eu já tive (muita) vontade de fazer o que ele fez, e por isso não posso também deixar de sentir admiração pelo seu gesto, que lá está, é basicamente incompreendido pela maioria das pessoas. É complicado explicar, mas uma vez que o bichinho entra, muito dificilmente irá sair... Votos de boa travessia para ti Nelson!
Para acabar, quero aqui mais uma vez agradecer ao Nuno, por ter partilhado um pouquinho connosco esta sua aventura, e por me ter mostrado, que em algum momento da nossa vida, "Um dia é preciso parar de sonhar e, de algum modo, partir"... My time will come!!!
DS
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BTT - Travessia Portalegre - Fronteira - Portalegre - 14 e 15 de Março de 2009

Mais uma travessia organizada pelos Ases do Pedal, que para quem não sabe, só organizam a maior maratona de BTT em Portugal, a Maratona de Portalegre.
Ao contrário da primeira travessia, esta não foi grátis, tivémos de desembolsar 25€ cada elemento da equipa, e desta vez ficou-se (em boa hora, diga-se de passagem) por terras Lusas.
A equipa que inicialmente era para ser de 5 elementos, depressa se ficou pelos três, as meninas mais uma vez ficaram por casa, lol. Assim sendo os grandiosos heróios foram o je, o Pedro Chouriço e o puto Fábio. O Padinha ficou por casa a fazer tricot, e a Valter à última da hora avariou prepositadamente o seu carro para arranjar uma desculpa para não ir a esta travessia. Meninos!
Arrancámos na 6ª à noite para pernoitarmos em Estremoz na casa da mãe do Chouriço, e mais uma vez fomos muito bem recebidos, se bem que sem mousse de chocolate desta vez, enfim nem tudo pode ser perfeito, lol.
Tenho que confessar que este ano ando um bocadinho preguiçoso, e estava um pouco reticente em como me iria comportar nesta travessia, afinal eram dois dias a pedalar qq coisa como 160km, e para quem não tinha andado rien de rien...
Mais uma vez a organzação surprendeu-nos com umas paisagens lindas, daquelas que nos enche o corpo e alma de natureza, que nos permite regarregar as baterias, e se a tudo isto juntarmos o bom convivio da malta, temos o tão falado momento coca-cola.
O primeiro dia fez-se sem grandes dificuldades, chegámos a fronteira pelas 14:00, com tempo suficiente para uma banhoca e comer uns gelados no cafézinho da vila.
Segui-se o mega jantar de frango assado num restaurante reservado para nós, onde pudemos retemperar as forças e trocar dois ou três dedos de conversa com os outros addicteds. Houve ainda tempo para ver o glorioso levar na pá, enfim, já vai sendo costume...
No segundo dia fomos dos primeiros a partir (vantagens de ser dos últimos), pelo que estávamos bem à vontade.
Este dia também se fez sem grande dificuldade, e sempre em alta conversa, com o puto Fábio a andar para cima e para baixo para nos vir buscar, enfim a idade e o peso sempre fazem mossa, lol.
Fizémos mais uma vez um tempo record, e depois do lanchezito foi pegar na tralha e fazermo-nos ao caminho, que a viagem para Almada ainda é longa. O que vale é que é de pópó.
Os meus parabéns aos Ases do Pedal, que por um valor simbólico conseguiram organizar uma travessia como esta, o que prova que quando há vontade as coisas aparecem. E desculpem não ir à v/ maratona, mas eventos com mais de 3.000 ciclistas não é mesmo para mim, eu continuo a preferir estas travessias onde o contacto com a natureza e com os amigos pervalece em relação à competição...
Fotos aqui
Abraços
DS
Ao contrário da primeira travessia, esta não foi grátis, tivémos de desembolsar 25€ cada elemento da equipa, e desta vez ficou-se (em boa hora, diga-se de passagem) por terras Lusas.
A equipa que inicialmente era para ser de 5 elementos, depressa se ficou pelos três, as meninas mais uma vez ficaram por casa, lol. Assim sendo os grandiosos heróios foram o je, o Pedro Chouriço e o puto Fábio. O Padinha ficou por casa a fazer tricot, e a Valter à última da hora avariou prepositadamente o seu carro para arranjar uma desculpa para não ir a esta travessia. Meninos!
Arrancámos na 6ª à noite para pernoitarmos em Estremoz na casa da mãe do Chouriço, e mais uma vez fomos muito bem recebidos, se bem que sem mousse de chocolate desta vez, enfim nem tudo pode ser perfeito, lol.
Tenho que confessar que este ano ando um bocadinho preguiçoso, e estava um pouco reticente em como me iria comportar nesta travessia, afinal eram dois dias a pedalar qq coisa como 160km, e para quem não tinha andado rien de rien...
Mais uma vez a organzação surprendeu-nos com umas paisagens lindas, daquelas que nos enche o corpo e alma de natureza, que nos permite regarregar as baterias, e se a tudo isto juntarmos o bom convivio da malta, temos o tão falado momento coca-cola.
O primeiro dia fez-se sem grandes dificuldades, chegámos a fronteira pelas 14:00, com tempo suficiente para uma banhoca e comer uns gelados no cafézinho da vila.
Segui-se o mega jantar de frango assado num restaurante reservado para nós, onde pudemos retemperar as forças e trocar dois ou três dedos de conversa com os outros addicteds. Houve ainda tempo para ver o glorioso levar na pá, enfim, já vai sendo costume...
No segundo dia fomos dos primeiros a partir (vantagens de ser dos últimos), pelo que estávamos bem à vontade.
Este dia também se fez sem grande dificuldade, e sempre em alta conversa, com o puto Fábio a andar para cima e para baixo para nos vir buscar, enfim a idade e o peso sempre fazem mossa, lol.
Fizémos mais uma vez um tempo record, e depois do lanchezito foi pegar na tralha e fazermo-nos ao caminho, que a viagem para Almada ainda é longa. O que vale é que é de pópó.
Os meus parabéns aos Ases do Pedal, que por um valor simbólico conseguiram organizar uma travessia como esta, o que prova que quando há vontade as coisas aparecem. E desculpem não ir à v/ maratona, mas eventos com mais de 3.000 ciclistas não é mesmo para mim, eu continuo a preferir estas travessias onde o contacto com a natureza e com os amigos pervalece em relação à competição...
Fotos aqui
Abraços
DS
Etiquetas: Ases do Pedal, BTT, Fronteira, Portalegre, Travessia
Terça-feira, Março 03, 2009
BTT - Caminho do Tejo - 28 Fevereiro e 1 de Março de 2009
Já vai sendo hábito esta "peregrinação" anual a Fátima e este ano não foi excepção. Mais uma vez, um grupo de jovens de licra reúne-se para fazer cerca de 160 km de BTT percorrendo o Caminho do Tejo, com partida de Lisboa, junto à Torre da Vasco da Gama, e chegada ao Santuário de Fátima um dia depois.



Desta vez fui mesmo o elo mais fraco, lol, muito por culpa do Carlos que se acobardou no próprio dia depois de ver uma réles chuvinha, enfim lá foi o David, o Hugo, o Valter e o João a caminho de Fátima, sendo que todos os outros estão uns autênticos cavalos a andar de bike, e eu há já dois meses que não fazia rien de rien.
Mas à coisas assim, e se ao principio parecia que me ia sair do corpinho a travessia, a verdade, é que até para meu espanto, batémos todos os records desta travessia, chegando a Olhos de Água com menos três horas do que o habitual (chegámos pelas 16:00) e a Fátima antes do meio-dia, e antes das duas já estávamos na estação de Ourém para apanhar o comboio de regresso a Lx.
A única dificuldade que encontrámos foi mesmo a chuva, que sinceramente não estava à espera, mas ainda assim até foi bom, porque veio dar mais emoção à coisa.
É para continuar a tradição, e para o ano lá estaremos com certeza.
Abraços
DS
Desta vez fui mesmo o elo mais fraco, lol, muito por culpa do Carlos que se acobardou no próprio dia depois de ver uma réles chuvinha, enfim lá foi o David, o Hugo, o Valter e o João a caminho de Fátima, sendo que todos os outros estão uns autênticos cavalos a andar de bike, e eu há já dois meses que não fazia rien de rien.
Mas à coisas assim, e se ao principio parecia que me ia sair do corpinho a travessia, a verdade, é que até para meu espanto, batémos todos os records desta travessia, chegando a Olhos de Água com menos três horas do que o habitual (chegámos pelas 16:00) e a Fátima antes do meio-dia, e antes das duas já estávamos na estação de Ourém para apanhar o comboio de regresso a Lx.
A única dificuldade que encontrámos foi mesmo a chuva, que sinceramente não estava à espera, mas ainda assim até foi bom, porque veio dar mais emoção à coisa.
É para continuar a tradição, e para o ano lá estaremos com certeza.
Abraços
DS
Etiquetas: BTT, Caminho do Tejo, Fátima, Lisboa
Entrudanças - 22 de Fevereiro de 2009
Como consequência de uma mega trip pelo Alentejo fora, nomeadamente por Évora, Castro Verde, Serpa e Pias, aqui o je sem saber nem como nem porquê acabei no Sábado no festival Entrudanças - Entradas, que para quem não sabe é organizado pelos Pé de Chumbo, que também organiza o festival Andanças.

Confesso que a dança não é bem a minha onda, especialmente porque o termo pé de chumbo foi feito em homenagem a gajos como eu, sem o mínimo jeito para a coisa. Mas em bom da verdade ainda bem que fui, pois deu para me divertir muito e para dançar danças tribais africanas, brasileiras, populares portuguesas e até musica popular italiana, um must, lol.




Gostei muito do espírito da coisa, e sinceramente o que mais gostei, para além da mega companhia é claro, foi daqueles momentos em que vindos do nada estou a ouvir uns bacanos a cantar músicas francesas, muito na onda de Beirut, que quase me puxou a lagriminha ao canto do olho, de veras especial.
Também gostei muito dos cantares alentejanos, com picardias pelo meio, sim que os Alentejanos não perdoam uma, especialmente com uns copitos no meio, lol.
Não sei se me apanham no Andanças, mas já olho a coisa de uma maneira diferente, lol.
Cheers
DS
Confesso que a dança não é bem a minha onda, especialmente porque o termo pé de chumbo foi feito em homenagem a gajos como eu, sem o mínimo jeito para a coisa. Mas em bom da verdade ainda bem que fui, pois deu para me divertir muito e para dançar danças tribais africanas, brasileiras, populares portuguesas e até musica popular italiana, um must, lol.
Gostei muito do espírito da coisa, e sinceramente o que mais gostei, para além da mega companhia é claro, foi daqueles momentos em que vindos do nada estou a ouvir uns bacanos a cantar músicas francesas, muito na onda de Beirut, que quase me puxou a lagriminha ao canto do olho, de veras especial.
Também gostei muito dos cantares alentejanos, com picardias pelo meio, sim que os Alentejanos não perdoam uma, especialmente com uns copitos no meio, lol.
Não sei se me apanham no Andanças, mas já olho a coisa de uma maneira diferente, lol.
Cheers
DS
Etiquetas: Andanças, Castro Verde, Entradas, Entrudanças
Esperanza Spalding no CCB - 1 de Fevereiro de 2009
Quem me conhece, ou melhor que conhece os meus gostos musicais está a perguntar, what? O David num concerto de jazz?
Pois é verdade, no dia 1 de Fevereiro lá estava no CCB para assistir ao meu primeiro concerto de Jazz. Sempre me considerei um gajo que vai a todas, ou melhor ouve de tudo, e sinceramente estava em falta com a onda do jazz. Nada melhor para me iniciar do que assistir ao concerto da mais recente revelação no meio, uma menina de 24 anitos se não me falha a memória, e que muitos consideram a nova musa do jazz.
Para mim, uma boa música é sem dúvida aquela que me consegue transmitir de algum modo algum sentimento, seja de alegria, de dor, por ai, e este concerto sem dúvida que o conseguiu em alguns momentos. Como sou um laico in jazz conserning, não vou negar que me passou assim muita coisa ao lado, mas de um modo geral gostei muito do concerto, especialmente a única música que conheci, Wild is the Wind, lol.
Só queria finalizar para reconhecer que a menina Esperanza é relamente uma rapariga com dom sobrenatural para a música, e nunca na minha vida imaginei uma rapariga a tocar contra-baixo e a cantar (e encantar) daquela maneira.
Abraços
DS
Pois é verdade, no dia 1 de Fevereiro lá estava no CCB para assistir ao meu primeiro concerto de Jazz. Sempre me considerei um gajo que vai a todas, ou melhor ouve de tudo, e sinceramente estava em falta com a onda do jazz. Nada melhor para me iniciar do que assistir ao concerto da mais recente revelação no meio, uma menina de 24 anitos se não me falha a memória, e que muitos consideram a nova musa do jazz.
Para mim, uma boa música é sem dúvida aquela que me consegue transmitir de algum modo algum sentimento, seja de alegria, de dor, por ai, e este concerto sem dúvida que o conseguiu em alguns momentos. Como sou um laico in jazz conserning, não vou negar que me passou assim muita coisa ao lado, mas de um modo geral gostei muito do concerto, especialmente a única música que conheci, Wild is the Wind, lol.
Só queria finalizar para reconhecer que a menina Esperanza é relamente uma rapariga com dom sobrenatural para a música, e nunca na minha vida imaginei uma rapariga a tocar contra-baixo e a cantar (e encantar) daquela maneira.
Abraços
DS
Etiquetas: CCB, Esperanza Spalding, Music
Wraygunn na Aula Magna - 31 Janeiro 2009
Bilhetes para a primeira fila, último concerto da digressão do albúm "Shangri-La", boa companhia, tudo parecia avizinhar-se para mais um grande concerto. Isto não fosse o temporal que se abateu sobre Lisboa nessa noite, daqueles em que mais apetece estar em casa a ouvir a chuva do que propriamente a apanhar molhas para ver uns malucos a tocar.
Em boa hora lá fomos ao concerto, que me deixou literalmente boquiaberto! Os Wraygunn são daqueles grupos que oiço, mas não sou um grande fã, mas o concerto deixou claro que são mesmo do melhorzito que anda ai no panorama nacional.
O Paulo Furtado com a sua imagem de rockabilly muito bem acompanhado pela Selma Uamusse e pela Raquel Ralha e ainda, pelo grupo de Gospel Faith Gospel Choir encheram e de que maneira a Aula Magna.
Este concerto ficou marcado por uma série de acontecimentos de que sempre me irei recordar, como seja o facto de o Homem Tigre ter literalmente ter arrancado um dos cadeirões das primeiras filas de modo a que a malta se chega-se mais perto do palco, o facto de ter atravessado a malta toda para ficar num dos varandins, o ponto mais alto do anfiteatro, isto com o cabo do micro a dividir a malta em dois, o ter partido duas marácas, e last but not least, o acabar o concerto a saltar de uma coluna e literalmente partir a guitarra com que estava a tocar. Nunca visto!
Gostei muito da presença dos Gospel Faith Gospel Choir e do Sean Riley, dos Sean Riley and the Slowriders, um projecto com muitas pernas para andar.
Para finalizar, quem ainda não viu os Wraygunn ao vivo, está a perder assim uma coisa do outro mundo, não faltem ao próximo!
Cheers.
DS
Em boa hora lá fomos ao concerto, que me deixou literalmente boquiaberto! Os Wraygunn são daqueles grupos que oiço, mas não sou um grande fã, mas o concerto deixou claro que são mesmo do melhorzito que anda ai no panorama nacional.
O Paulo Furtado com a sua imagem de rockabilly muito bem acompanhado pela Selma Uamusse e pela Raquel Ralha e ainda, pelo grupo de Gospel Faith Gospel Choir encheram e de que maneira a Aula Magna.
Este concerto ficou marcado por uma série de acontecimentos de que sempre me irei recordar, como seja o facto de o Homem Tigre ter literalmente ter arrancado um dos cadeirões das primeiras filas de modo a que a malta se chega-se mais perto do palco, o facto de ter atravessado a malta toda para ficar num dos varandins, o ponto mais alto do anfiteatro, isto com o cabo do micro a dividir a malta em dois, o ter partido duas marácas, e last but not least, o acabar o concerto a saltar de uma coluna e literalmente partir a guitarra com que estava a tocar. Nunca visto!
Gostei muito da presença dos Gospel Faith Gospel Choir e do Sean Riley, dos Sean Riley and the Slowriders, um projecto com muitas pernas para andar.
Para finalizar, quem ainda não viu os Wraygunn ao vivo, está a perder assim uma coisa do outro mundo, não faltem ao próximo!
Cheers.
DS
Etiquetas: aula magna, Music, Wraygunn
Quarta-feira, Janeiro 28, 2009
Picos da Europa - 11 a 14 de Dezembro 2008
Há já uns tempos que não me saia a ideia de ir ao Picos da Europa, e numa pesquisa na Internet consegui juntar o útil ao agradável: juntar numa só viagem Caminhada, Fotografia e a possibilidade de ir aos Picos. A viagem organizada pela agência de viagens Nomad (que recomendo) designada como Fotoadrenalina dos Picos da Europa juntou todas essas vertentes.
A etapa seguinte era reunir malta interessada, revelou-se fácil. O Padinha rapidamente alinhou na coisa, juntamente com mais dois amigos, o Pedro e o Ivo e depois juntou-se o Zé, que também virou fotografo, com direito a aquisição de máquina SLR digital e tudo.
Juntou-se assim uma equipe com muitos interesses em comum, como sejam a aventura, bicicleta e fotografia. Digamos que não houve tempos de conversa mortos, lol.
Resumo da aventura por etapas/ dias:
11 de Dezembro Lisboa - Porto - Picos da Europa:
Este era o dia destinado apenas para a viagem, com ponto de partida do Porto, junto ao Museu de Serralves.
Seguimos de carro de Lisboa para o Porto, e chegados ao ponto de encontro foi aguardar um bocadinho pelo Vítor (guia da Fotoadrenalina), que veio acompanhado pela Manuela, e mais tarde ainda apanhamos o Rabi, espanhol que nos iria acompanhar nesta aventura.
Ainda ouve tempo para visitar o bar do museu, que deixou boas referências para uma visita mais pormenorizada.
E foi assim que seguimos para os Picos da Europa, num total de aprox. 550km numa VW Transporter, onde acabámos por chegar pelas 4 da manhã à vila de Cangas de Onis, onde ficámos hospedados numa casa rústica muito castiça no meio das montanhas, mesmo à filme. O que vale é que tinha aquecimento central.

Depois de divididas as camas por níveis de decibéis do ressonar, foi tempo de dormir porque amanhã começava a aventura a sério.
12 de Dezembro:
Este foi o fotoday! Foi o dia em que tirámos a maior parte das fotografias, muito devido à beleza estonteante da paisagem, como às condições meteorológicas, que ajudaram em muito. Quase me senti um fotografo profissional, tão bem que saiam as fotos, lol.

Visitámos o Lago Enol e o Lago Ercina, o Mirador de Ordiales e o Parque Nacional El Bosque Atlantico. Simplesmente brutal, paisagens de um outro mundo, que transmitem aquela paz que tanta falta nos faz no dia-a-dia. Caminhar na neve ouvindo apenas o barulhos dos nossos pés a afundarem na neve, olhar em volta e só ver montanhas cobertas de neve e lagos cristalinos é daquelas sensações que me permitem dizer :"É para isto que a malta vive"!
Ouve tempo para fotos, muitas fotos, algumas quedas (minhas, lol), as tradicionais lutas de neve, almoço volante na neve e claro mais fotos, lol.
Oportunidade para contemplar o por do sol quase em simultâneo com o "nascer" da lua. Foi lindo!
A noite jantar preparado pelo Chef Vítor em caselas, massa com frango. Não sei se era da fome, ou da vontade de comer, mas soube mesmo muito bem.






13 de Dezembro:
Este foi o dia da aventura e caminhada. A fotografia foi mesmo para esquecer. O dia estava mau, com chuva inicialmente, e depois com neve, mesmo muita neve.
Neste dia tínhamos previsto chegar ao cume da montanha e contemplar e fotografar a paisagem, mas para resumir foram 3 a 4 km a subir a montanha com neve pelo joelhos. Para meninos da cidade como eu a sensação de andar quase 5 horas a fundar as pernas na neve foi brutal. Chegados ao cume, como seria de esperar não víamos nada, tal o nevão e vento que estava. Foi deveras engraçado comer uma sandes com neve, lol. Melhor ainda foi fumar a bela da cigarrilha no cume, mesmo do outro mundo.
Atingindo o cume (ou perto de) foi a altura de descer. Eis que então o Vítor desafia a malta para descer utilizando o nosso traseiro, vulgo skubunda, lol. Foi aqui que o Zé sacou da sua capa térmica e lá vamos nós que nem putos num trenó improvisado, foi mesmo a p* da loucura. Ainda ouve tempo para fazer altas razias a algumas árvores e ver o Zé literalmente a aterrar de chapão na neve, lindo.
No caminho cruzamos-nos com umas vaquinhas simpáticas que tiveram oportunidade de partilhar connosco os seus excrementos, vulgo bosta de vaca, o que é sempre agradável. É engraçado como elas ficavam malucas quando os pastores lhes davam sal à boca, parecia aqui o je a comer chocolates, lol.
Chegados à terrinha onde tínhamos deixado a carrinha, entramos numa tasca daquelas mesmo à filme e bebemos um vinho quente que aqueceu as nossas alminhas, que estavam simplesmente geladas.
À chegada passamos por pela única Vila digna de seu nome, que agora assim de repente não me lembro do nome, onde nos abastecemos de sidra, salame e alguns caramelos.
O jantar foi mais uma vez em casa, jantar cozinhado pelo Vítor, que mais uma vez estava divinal, tal a fome, e passamos mais umas horitas a trocar histórias das aventuras individuais de cada um. Ficaram desde logo novas ideias para projectos futuros, vontade não falta, vamos a ver quanto ao resto.
14 de Dezembro:
Mais uma vez a neve não nos largou, e durante a noite caiu um daqueles nevões que nos obrigou a por as correntes nas rodas da carrinha, isto se quiséssemos sair de casa.
Aproveitei parte da manhã para tirar umas fotos às casinhas e pessoas locais, daquelas para mais tarde recordar. A verdade é que não é todos os dias que acordo de manhã e vejo tudo branco, tipo I'm in heaven.
Postas as correntes no popó, era a altura de esperar pelo limpa-neves, pois as estradas estavam intransitáveis.

Assim que passou o dito cujo, seguimos viagem para o miradouro xpto (eu para nomes é aquela coisa...), deixamos a carrinha num cruzamento, já que os últimos km para o miradouro estavam intransitáveis, e mais uma vez lá seguimos viagem em rumo ao miradouro.
A verdade é que os inicialmente previstos 1,5 km depressa passaram para 3, e foi assim que depois de cerca de uma hora a andar voltamos para trás pois o tempo estava a começar a apertar para voltar para a Tugaland.
Neste caminho ouve tempo para enterrar o Padinha na neve, e de aqui o je voar que nem Super Man, a fugir de um limpa neves. Foi um voo com nota 5 e aterragem perfeita em cima da neve, e que deixem que lhes diga deixou os presentes boquiabertos, lol.
Chegados à carrinha começou a outra aventura, regressar. As estradas estavam cobertas por um manto de neve, e só com velocidades de 20/30 km/h conseguíamos progredir. Houve alturas em que não se via literalmente rien de rien.
Foi engraçado ver depois nas noticias que duas horas depois de termos passado, as estradas ficaram literalmente fechadas obrigando o exercito espanhol a ir resgatar os automobilistas que ficaram literalmente presos na neve. Uff, foi por pouco que não passamos a noite na carrinha, lol.

Chegámos ao Porto pela meia-noite e foi tempo de pegar no meu Porsche e seguir caminho para Lisboa, aqui o je a conduzir. Bem nem vos passa pela cabeça o que me custou. Paramos umas três vezes pelo caminho para literalmente meter a cabeça dentro da sanita e puxar do autoclismo, lol. Que moca. Para ajudar depois ainda tive que fazer de choffeur ao domicilio, sendo que no caso do Ivo deixei-o literalmente debaixo da ponte!
Em conclusão, mais uma daquelas experiências para mais tarde recordar, aconselho!
Links:
Fotos David
Fotos Pedro
Nomad
Fotoadrenalina
Até à próxima aventura;)
DS
A etapa seguinte era reunir malta interessada, revelou-se fácil. O Padinha rapidamente alinhou na coisa, juntamente com mais dois amigos, o Pedro e o Ivo e depois juntou-se o Zé, que também virou fotografo, com direito a aquisição de máquina SLR digital e tudo.
Juntou-se assim uma equipe com muitos interesses em comum, como sejam a aventura, bicicleta e fotografia. Digamos que não houve tempos de conversa mortos, lol.
Resumo da aventura por etapas/ dias:
11 de Dezembro Lisboa - Porto - Picos da Europa:
Este era o dia destinado apenas para a viagem, com ponto de partida do Porto, junto ao Museu de Serralves.
Seguimos de carro de Lisboa para o Porto, e chegados ao ponto de encontro foi aguardar um bocadinho pelo Vítor (guia da Fotoadrenalina), que veio acompanhado pela Manuela, e mais tarde ainda apanhamos o Rabi, espanhol que nos iria acompanhar nesta aventura.
Ainda ouve tempo para visitar o bar do museu, que deixou boas referências para uma visita mais pormenorizada.
E foi assim que seguimos para os Picos da Europa, num total de aprox. 550km numa VW Transporter, onde acabámos por chegar pelas 4 da manhã à vila de Cangas de Onis, onde ficámos hospedados numa casa rústica muito castiça no meio das montanhas, mesmo à filme. O que vale é que tinha aquecimento central.
Depois de divididas as camas por níveis de decibéis do ressonar, foi tempo de dormir porque amanhã começava a aventura a sério.
12 de Dezembro:
Este foi o fotoday! Foi o dia em que tirámos a maior parte das fotografias, muito devido à beleza estonteante da paisagem, como às condições meteorológicas, que ajudaram em muito. Quase me senti um fotografo profissional, tão bem que saiam as fotos, lol.
Visitámos o Lago Enol e o Lago Ercina, o Mirador de Ordiales e o Parque Nacional El Bosque Atlantico. Simplesmente brutal, paisagens de um outro mundo, que transmitem aquela paz que tanta falta nos faz no dia-a-dia. Caminhar na neve ouvindo apenas o barulhos dos nossos pés a afundarem na neve, olhar em volta e só ver montanhas cobertas de neve e lagos cristalinos é daquelas sensações que me permitem dizer :"É para isto que a malta vive"!
Ouve tempo para fotos, muitas fotos, algumas quedas (minhas, lol), as tradicionais lutas de neve, almoço volante na neve e claro mais fotos, lol.
Oportunidade para contemplar o por do sol quase em simultâneo com o "nascer" da lua. Foi lindo!
A noite jantar preparado pelo Chef Vítor em caselas, massa com frango. Não sei se era da fome, ou da vontade de comer, mas soube mesmo muito bem.

Este foi o dia da aventura e caminhada. A fotografia foi mesmo para esquecer. O dia estava mau, com chuva inicialmente, e depois com neve, mesmo muita neve.
Neste dia tínhamos previsto chegar ao cume da montanha e contemplar e fotografar a paisagem, mas para resumir foram 3 a 4 km a subir a montanha com neve pelo joelhos. Para meninos da cidade como eu a sensação de andar quase 5 horas a fundar as pernas na neve foi brutal. Chegados ao cume, como seria de esperar não víamos nada, tal o nevão e vento que estava. Foi deveras engraçado comer uma sandes com neve, lol. Melhor ainda foi fumar a bela da cigarrilha no cume, mesmo do outro mundo.
Atingindo o cume (ou perto de) foi a altura de descer. Eis que então o Vítor desafia a malta para descer utilizando o nosso traseiro, vulgo skubunda, lol. Foi aqui que o Zé sacou da sua capa térmica e lá vamos nós que nem putos num trenó improvisado, foi mesmo a p* da loucura. Ainda ouve tempo para fazer altas razias a algumas árvores e ver o Zé literalmente a aterrar de chapão na neve, lindo.
No caminho cruzamos-nos com umas vaquinhas simpáticas que tiveram oportunidade de partilhar connosco os seus excrementos, vulgo bosta de vaca, o que é sempre agradável. É engraçado como elas ficavam malucas quando os pastores lhes davam sal à boca, parecia aqui o je a comer chocolates, lol.Chegados à terrinha onde tínhamos deixado a carrinha, entramos numa tasca daquelas mesmo à filme e bebemos um vinho quente que aqueceu as nossas alminhas, que estavam simplesmente geladas.
À chegada passamos por pela única Vila digna de seu nome, que agora assim de repente não me lembro do nome, onde nos abastecemos de sidra, salame e alguns caramelos.
O jantar foi mais uma vez em casa, jantar cozinhado pelo Vítor, que mais uma vez estava divinal, tal a fome, e passamos mais umas horitas a trocar histórias das aventuras individuais de cada um. Ficaram desde logo novas ideias para projectos futuros, vontade não falta, vamos a ver quanto ao resto.
14 de Dezembro:
Mais uma vez a neve não nos largou, e durante a noite caiu um daqueles nevões que nos obrigou a por as correntes nas rodas da carrinha, isto se quiséssemos sair de casa.
Aproveitei parte da manhã para tirar umas fotos às casinhas e pessoas locais, daquelas para mais tarde recordar. A verdade é que não é todos os dias que acordo de manhã e vejo tudo branco, tipo I'm in heaven.
Assim que passou o dito cujo, seguimos viagem para o miradouro xpto (eu para nomes é aquela coisa...), deixamos a carrinha num cruzamento, já que os últimos km para o miradouro estavam intransitáveis, e mais uma vez lá seguimos viagem em rumo ao miradouro.
A verdade é que os inicialmente previstos 1,5 km depressa passaram para 3, e foi assim que depois de cerca de uma hora a andar voltamos para trás pois o tempo estava a começar a apertar para voltar para a Tugaland.
Neste caminho ouve tempo para enterrar o Padinha na neve, e de aqui o je voar que nem Super Man, a fugir de um limpa neves. Foi um voo com nota 5 e aterragem perfeita em cima da neve, e que deixem que lhes diga deixou os presentes boquiabertos, lol.
Chegados à carrinha começou a outra aventura, regressar. As estradas estavam cobertas por um manto de neve, e só com velocidades de 20/30 km/h conseguíamos progredir. Houve alturas em que não se via literalmente rien de rien.
Foi engraçado ver depois nas noticias que duas horas depois de termos passado, as estradas ficaram literalmente fechadas obrigando o exercito espanhol a ir resgatar os automobilistas que ficaram literalmente presos na neve. Uff, foi por pouco que não passamos a noite na carrinha, lol.
Chegámos ao Porto pela meia-noite e foi tempo de pegar no meu Porsche e seguir caminho para Lisboa, aqui o je a conduzir. Bem nem vos passa pela cabeça o que me custou. Paramos umas três vezes pelo caminho para literalmente meter a cabeça dentro da sanita e puxar do autoclismo, lol. Que moca. Para ajudar depois ainda tive que fazer de choffeur ao domicilio, sendo que no caso do Ivo deixei-o literalmente debaixo da ponte!
Em conclusão, mais uma daquelas experiências para mais tarde recordar, aconselho!
Links:
Fotos David
Fotos Pedro
Nomad
Fotoadrenalina
Até à próxima aventura;)
DS
Etiquetas: Fotoadrenalina, Nomad, Picos da Europa
Terça-feira, Janeiro 27, 2009
SBSR 3 e 4 de Dezembro de 2008
Já vai um bocadinho atrasada, mas ainda assim a tempo. Para quem não foi, não sabe o que perdeu. Basicamente e pela primeira vez em Portugal tentou criar-se em dois dias vários concertos a decorrerem ao mesmo tempo à semelhança da festival SXSW, isto claro está em 5 salas diferentes, a saber: Cabaret Maxime, Cinema S. Jorge Salas I e II, Teatro Variedades (Parque Mayer) e Teatro Tivoli.
Na imensa lista de artistas presentes, o meu objectivo era mesmo ver The Walkmen e El Perro del Mar.
No primeiro dia vi Ladyhawke que foi assim uma surpresa muito agradável, fiquei mesmo vidrado no som que confesso desconhecia. Está mesmo na minha playlist actualmente, e canções como Magic e My Delirium ficam no ouvido, muito e muito tempo.
Também gostava de ver Santogold, mas como já ia apanhar o concerto a meio acabei por ficar a ver Rui Reininho, que diga-se de passagem so gostei de duas ou três musicas.
Ainda consegui ver um bocadinho dos Pontos Negros, que com a sua musiquinha de fácil escuta até deram um concerto porreirito, mas ainda assim não é bem a minha onda.
A desilusão veio mesmo depois. Simplesmente ADORO El Perro del Mar, e qual foi o meu espanto quando chego ao Maxime e deparo-me com uma fila descumunal para entrar, e azar dos azares, estava lotado! Aqui sinceramente acho que a organização esteve mal em a por a actuar no Maxime, que esgotou logo nos minutos iniciais. Frustação é o sentimento que me ocorre. Enfim, espero que a menina volte em breve a Portugal para poder apreciar ao vivo uma das artistas que mais entusiasma.
No segundo dia, e já escaldado por ter ficado à porta no Maxime, fui cedinho para o Tivoli de modo a garantir lugar para os The Walkmen. Levei (salvo a expressão) com o Marcelo Camelo, que não desgostei, mas sempre em ansiedade e a contar os minutos para The Walkmen. Verdade seja dita, foi o melhor concerto que vi neste festival, e sem dúvida um dos melhores do ano. À terceira música e com o tema The Rat levantaram a malta toda do Tivoli, brutal! Postura profissional, bom som e grande presença em palco, a juntar um portofólio de músicas brutais. para mais tarde recordar.
Sai do Tivoli de barriga cheia, lol e segui para o teatro variedades a tempo de assistir aos X-Wife mais uma vez. Aqui e ao contrário do Coliseu onde fizeram a primeira parte das CSS, a malta estava mais no espirito e finalmente tiveram aquele reconhecimento merecido, acabou em apoteose on a mission to rock & roll!!!
Resumindo, adorei o conceito, e p.f. tratem de repetir, foi muito engraçado ver a malta toda de um lado para o outro na Av. da Liberdade em busca do seu som perferido. Quem me dera que todos os dias fossem assim, com tanta oferta musical.
ladyhawke - magic
The Walkmen
The Walkmen - The Rat: Live @ Super Bock Em Stock - Lisboa - Dezembro 2008
El Perro Del Mar - I Can't Talk About It: Live @ Super Bock Em Stock - Maxime - Lisboa - 3.12.2008
Santogold - Say Aha: Live @ Super Bock Em Stock - Lisboa - Dezembro 2008
X-Wife - Rockin' Rio: Super Bock em Stock: Live @ Lisboa - Dezembro 2008
Cheers.
DS
Na imensa lista de artistas presentes, o meu objectivo era mesmo ver The Walkmen e El Perro del Mar.
No primeiro dia vi Ladyhawke que foi assim uma surpresa muito agradável, fiquei mesmo vidrado no som que confesso desconhecia. Está mesmo na minha playlist actualmente, e canções como Magic e My Delirium ficam no ouvido, muito e muito tempo.
Também gostava de ver Santogold, mas como já ia apanhar o concerto a meio acabei por ficar a ver Rui Reininho, que diga-se de passagem so gostei de duas ou três musicas.
Ainda consegui ver um bocadinho dos Pontos Negros, que com a sua musiquinha de fácil escuta até deram um concerto porreirito, mas ainda assim não é bem a minha onda.
A desilusão veio mesmo depois. Simplesmente ADORO El Perro del Mar, e qual foi o meu espanto quando chego ao Maxime e deparo-me com uma fila descumunal para entrar, e azar dos azares, estava lotado! Aqui sinceramente acho que a organização esteve mal em a por a actuar no Maxime, que esgotou logo nos minutos iniciais. Frustação é o sentimento que me ocorre. Enfim, espero que a menina volte em breve a Portugal para poder apreciar ao vivo uma das artistas que mais entusiasma.
No segundo dia, e já escaldado por ter ficado à porta no Maxime, fui cedinho para o Tivoli de modo a garantir lugar para os The Walkmen. Levei (salvo a expressão) com o Marcelo Camelo, que não desgostei, mas sempre em ansiedade e a contar os minutos para The Walkmen. Verdade seja dita, foi o melhor concerto que vi neste festival, e sem dúvida um dos melhores do ano. À terceira música e com o tema The Rat levantaram a malta toda do Tivoli, brutal! Postura profissional, bom som e grande presença em palco, a juntar um portofólio de músicas brutais. para mais tarde recordar.
Sai do Tivoli de barriga cheia, lol e segui para o teatro variedades a tempo de assistir aos X-Wife mais uma vez. Aqui e ao contrário do Coliseu onde fizeram a primeira parte das CSS, a malta estava mais no espirito e finalmente tiveram aquele reconhecimento merecido, acabou em apoteose on a mission to rock & roll!!!
Resumindo, adorei o conceito, e p.f. tratem de repetir, foi muito engraçado ver a malta toda de um lado para o outro na Av. da Liberdade em busca do seu som perferido. Quem me dera que todos os dias fossem assim, com tanta oferta musical.
ladyhawke - magic
The Walkmen
The Walkmen - The Rat: Live @ Super Bock Em Stock - Lisboa - Dezembro 2008
El Perro Del Mar - I Can't Talk About It: Live @ Super Bock Em Stock - Maxime - Lisboa - 3.12.2008
Santogold - Say Aha: Live @ Super Bock Em Stock - Lisboa - Dezembro 2008
X-Wife - Rockin' Rio: Super Bock em Stock: Live @ Lisboa - Dezembro 2008
Cheers.
DS
Etiquetas: El Perro del Mar, Ladyhawke, Music, Santogold, Super Bock em Stock, The Walkmen, X-WIFE
Domingo, Novembro 23, 2008
Paris 17 a 21-11-2008
Umas das vantagens do meu work é que from time to time, sou "obrigado" a viajar, e se a maior parte das viagens que tenho feito são pela Alemanha, Suiça, Espanha, desta vez quis a sorte que tivese que ir a Paris, à feira Emballague, enfim, contrariado (LOL) lá fui para uma semaninha em Paris com o companheiro Chico.
A verdade é que a maior parte do tempo passei em trabalho, mas ainda assim tive oportunidade de visitar alguns sitios carismáticos de Paris como sejam o Arco do Triunfo, a Torre Effiel, Montmartre, a basilica de Sacre Coeur, e claro muitos restaurantes :D
Aqui ficam algumas fotos da mini visita.




Au revoir...
DS
A verdade é que a maior parte do tempo passei em trabalho, mas ainda assim tive oportunidade de visitar alguns sitios carismáticos de Paris como sejam o Arco do Triunfo, a Torre Effiel, Montmartre, a basilica de Sacre Coeur, e claro muitos restaurantes :D
Aqui ficam algumas fotos da mini visita.
Au revoir...DS
Etiquetas: Paris
Sigur Rós no Campo Pequeno 11-11-2008
LINDO! Não tenho palavras para descrever este concerto.
Vamos por partes. Não me considero propriamente um fanático de Sigur Rós, mas ainda assim sempre tenho os meus momentos em que vou buscar o álbum "Ágætis Byrjun" e gosto também muito do último "Með suð í eyrum við spilum end" num registo mais alegre da banda islandesa.
Fui depois de um stress no work directo para o Campo Pequeno a pensar que o concerto começava às 20:00, e só quando lá cheguei é que me apercebi que afinal a coisa começava pelas 21:00. Menos mal consegui um cantinho lá a frente donde vi mais uma vez pude comprovar que o Campo Pequeno é um dos Spots mais propícios para concertos, sem dúvida uma grande sala para este género de espectáculos.
A primeira parte foi dos também islandeses "For a Minor Reflection" e confesso que não estava à espera de uma actuação tão vibrante, melodiosa ainda assim, mas muito a abrir, totalmente instrumental. Um nome a reter.
Quanto aos Sugur Ros em si, como já disse anteriormente apanharam-me na curva. Não estava à espera daquela encenação e daquela performance tão intimista e profunda.
Durante as próximas semanas dei por mim a ouvir constantemente os meninos, sinal que cairam no goto. Até à data, e na minha modesta opinião foi só o concerto do ano, e pelo que há por ai agendado atrevo-me a dizer que vai mesmo ser o concerto do ano.
A quem nunca viu, não percam a próxima oportunidade, porque quer-me parecer que eles vão continuar a vir cá, é que nós somos especiais, lol.
DS
Vamos por partes. Não me considero propriamente um fanático de Sigur Rós, mas ainda assim sempre tenho os meus momentos em que vou buscar o álbum "Ágætis Byrjun" e gosto também muito do último "Með suð í eyrum við spilum end" num registo mais alegre da banda islandesa.
Fui depois de um stress no work directo para o Campo Pequeno a pensar que o concerto começava às 20:00, e só quando lá cheguei é que me apercebi que afinal a coisa começava pelas 21:00. Menos mal consegui um cantinho lá a frente donde vi mais uma vez pude comprovar que o Campo Pequeno é um dos Spots mais propícios para concertos, sem dúvida uma grande sala para este género de espectáculos.
A primeira parte foi dos também islandeses "For a Minor Reflection" e confesso que não estava à espera de uma actuação tão vibrante, melodiosa ainda assim, mas muito a abrir, totalmente instrumental. Um nome a reter.
Quanto aos Sugur Ros em si, como já disse anteriormente apanharam-me na curva. Não estava à espera daquela encenação e daquela performance tão intimista e profunda.
Durante as próximas semanas dei por mim a ouvir constantemente os meninos, sinal que cairam no goto. Até à data, e na minha modesta opinião foi só o concerto do ano, e pelo que há por ai agendado atrevo-me a dizer que vai mesmo ser o concerto do ano.
A quem nunca viu, não percam a próxima oportunidade, porque quer-me parecer que eles vão continuar a vir cá, é que nós somos especiais, lol.
DS
Etiquetas: Campo Pequeno, Music, Sigur Rós
Cut Copy no Lux 13-11-2008
Fiz questão de comprar este ticket logo quando os puseram à venda, pois já tinha tido alguns desgostos com concertos no Lux, os bilhetes parece que voam...
Os Cut Copy foram para mim uma alegre descoberta este verão com o seu álbum "In Gost Colours", que considero um álbum leve e bastante homogénio, daqueles que cai no goto, e a verdade é que os temas "Lights and music" e especialmente o "Hearts on Fire" estão lá na play list como os most listened.
O Lux não é propriamente um espaço vocaniondado para concertos (no meu ponto de vista), mas ainda assim este resultou muito bem. A casa estava cheia e a malta não se fez rogada e cantou e dançou todos os hits da banda.
Foi sem sobra de dúvida momentos bem passados, Não tivesse eu ainda em hipnose com o magnifico concerto dos Sigur Rós, este poderia ser o melhor concerto da semana...
DS
Os Cut Copy foram para mim uma alegre descoberta este verão com o seu álbum "In Gost Colours", que considero um álbum leve e bastante homogénio, daqueles que cai no goto, e a verdade é que os temas "Lights and music" e especialmente o "Hearts on Fire" estão lá na play list como os most listened.
O Lux não é propriamente um espaço vocaniondado para concertos (no meu ponto de vista), mas ainda assim este resultou muito bem. A casa estava cheia e a malta não se fez rogada e cantou e dançou todos os hits da banda.
Foi sem sobra de dúvida momentos bem passados, Não tivesse eu ainda em hipnose com o magnifico concerto dos Sigur Rós, este poderia ser o melhor concerto da semana...
DS
Sexta-feira, Outubro 31, 2008
X-WIFE e CCS no Coliseu de Lx 28-10-2008
Um dos meus desgostos foi mesmo não ter assistido ao concerto das CCS o ano passado no Lux, mas a verdade é que quando fui comprar o bilhete a coisa já estava completamente esgotada. Em resultado dessa frustação não deixei escapar esta oportunidade de ver as meninas brazukas ao vivo. A cereja em cima do bolo era que à última da hora soube-se que os X-WIFE iam fazer a primeira parte.
Acompanho os X-WIFE desde o lançamento do seu primeiro álbum, e a verdade é que é hoje a minha banda portuguesa favorita, fiz questão de comprar mesmo o seu último álbum, "Are you ready for the blackout". Quanto a mim estes meninos não ficam nada atrás de propostas do mesmo género que vem da América e UK, já mereciam um reconhecimento maior cá dos nossos tugas e porque não internacional. Quanto a mim estão no bom caminho, é só uma questão de marketing para o conseguirem.
Notava-se que grande parte da malta presente tinha ganho o bilhete (lucky bastards), como tal, principalmente a primeira parte dos X-WIFE passou assim ao lado de muita gente.
Ainda assim, os X-WIFE tiveram à altura e deram um bom concerto, faltou claro está mais pessoal e mais animação por parte do público que estava noutra...
Acompanho os X-WIFE desde o lançamento do seu primeiro álbum, e a verdade é que é hoje a minha banda portuguesa favorita, fiz questão de comprar mesmo o seu último álbum, "Are you ready for the blackout". Quanto a mim estes meninos não ficam nada atrás de propostas do mesmo género que vem da América e UK, já mereciam um reconhecimento maior cá dos nossos tugas e porque não internacional. Quanto a mim estão no bom caminho, é só uma questão de marketing para o conseguirem.
Notava-se que grande parte da malta presente tinha ganho o bilhete (lucky bastards), como tal, principalmente a primeira parte dos X-WIFE passou assim ao lado de muita gente.
Ainda assim, os X-WIFE tiveram à altura e deram um bom concerto, faltou claro está mais pessoal e mais animação por parte do público que estava noutra...
Quanto às CSS, a verdade é que a presença carismática da vocalista fez-se sempre notar, e os clássicos da banda não passaram despercebidos aos teenagers que por lá estavam (e aos outros também diga-se de passagem), mas eu estava literalmente noutra onda...
DS
